Guia Completo de Plantas
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Plantas por Cidade
🗺️ Plantas por Cidade3782 plantas encontradas
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Lírio-do-Amazonas
Eucharis grandiflora
O Lírio-do-Amazonas (Eucharis grandiflora) é uma planta bulbosa tropical nativa da Colômbia e Peru, pertencente à família Amaryllidaceae. Destaca-se por suas flores brancas perfumadas, semelhantes a narcisos, que desabrocham em cachos elegantes sobre hastes robustas. É muito cultivada como planta de interior ou em jardins tropicais por sua beleza exótica e florescimento marcante.
Lírio-abacaxi
Eucomis bicolor
O Lírio-abacaxi (Eucomis bicolor) é uma planta bulbosa da família das aspargos (Asparagaceae) originária da África do Sul. Forma uma roseta de folhas largas e listradas e, no verão, brota uma inflorescência densa com flores em forma de estrela, de cor verde-claro com bordas purpúreas, coroada por um tufo de brácteas verdes que lembram um abacaxi. A espécie atinge de 30 a 60 cm de altura e floresce de julho a setembro. Não é resistente ao frio intenso, e os bulbos devem ser hibernados em local seco e livre de geadas.
Eugenia
Eugenia
Eugenia é um dos maiores gêneros da família Myrtaceae, reunindo centenas de árvores e arbustos tropicais e subtropicais nativos das Américas. Tem folhagem perene e brilhante, flores brancas pequenas com estames vistosos e frutos comestíveis muito apreciados, como a pitanga (Eugenia uniflora) e a grumixama (Eugenia brasiliensis). É cultivado tanto como fruteira de quintal quanto como planta ornamental, sendo muito usado em cercas-vivas e topiaria por tolerar bem a poda.
Grumixama
Eugenia brasiliensis
A grumixama (Eugenia brasiliensis) é uma árvore frutífera nativa da Mata Atlântica brasileira, pertencente à família Myrtaceae. Produz pequenas frutas redondas de polpa suculenta e sabor agridoce, disponíveis nas variedades preta, vermelha e amarela. É muito valorizada tanto pelo seu fruto comestível quanto por sua beleza ornamental.
Cereja-anã
Eugenia mattosii
A Eugenia mattosii, popularmente conhecida como cereja-anã, é um arbusto perene nativo do Brasil, pertencente à família Myrtaceae. Apresenta uma folhagem densa e compacta, com folhas pequenas, ovais e brilhantes que exibem tons avermelhados quando jovens, tornando-se verde-escuras na maturidade. Durante a primavera e o verão, produz flores brancas delicadas que dão origem a pequenos frutos globosos de cor vermelha intensa. Estes frutos são comestíveis, de sabor levemente ácido e muito apreciados por pássaros. Devido ao seu crescimento controlado e folhas reduzidas, é uma das espécies mais valorizadas para a arte do bonsai e para o paisagismo em pequenos espaços.
Cereja-da-Austrália
Eugenia myrtifolia
Arbusto perene com folhagem bronze, verde e vermelha que produz flores brancas delicadas em primavera e verão, seguidas de frutos comestíveis magenta-vermelhos. Altura de 4-6 metros em cultivo. Nativo das áreas úmidas do leste da Austrália. Altamente valorizado como árvore ornamental, cerca-viva e para uso em topiary. Não-tóxico para animais de estimação e humanos.
Uvaia
Eugenia pyriformis
A uvaia (Eugenia pyriformis) é uma árvore frutífera nativa da Mata Atlântica brasileira, pertencente à família Myrtaceae. Produz frutos amarelo-alaranjados aromáticos, ricos em vitamina C e compostos bioativos. É uma espécie de grande valor ecológico e gastronômico, amplamente utilizada em projetos de recomposição florestal e paisagismo sustentável.
Pitangueira
Eugenia uniflora
A Pitangueira (Eugenia uniflora) é uma árvore frutífera nativa da Mata Atlântica, amplamente cultivada no Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. Conhecida pelos seus pequenos frutos vermelho-escuros em forma de abóbora nervurada, a pitangueira é uma das árvores frutíferas mais queridas da cultura brasileira. Produz flores brancas aromáticas na primavera e no outono, seguidas de frutos suculentos com sabor entre o doce e o levemente ácido. Além do valor culinário excepcional, possui importantes propriedades medicinais reconhecidas pela tradição popular e pela ciência.
Eulophia-grama
Eulophia graminea
A Eulophia graminea, popularmente conhecida como Eulophia-grama ou Orquídea Coroa Chinesa, é uma orquídea terrestre nativa do sul e sudeste da Ásia. Produz folhas semelhantes a gramíneas a partir de pseudobulbos e emite hastes florais altas com pequenas flores verde e roxo-acastanhadas na primavera. Embora elegante em seu habitat nativo, esta espécie tornou-se invasora na Flórida, espalhando-se rapidamente por diversos ecossistemas através de sementes minúsculas e serragem de madeira.
Eulophia-maculata
Eulophia maculata
Eulophia maculata, amplamente conhecida pelo sinônimo Oeceoclades maculata, é uma orquídea terrestre nativa da África tropical, incluindo Madagáscar e Maurício. Conhecida como Eulophia-maculata ou Orquídea-monge, é uma das orquídeas mais bem-sucedidas em naturalização no mundo, encontrada no Neotrópico, Caribe e Flórida. Cresce em serrapilheira e encostas rochosas até 1200m de altitude, produzindo folhas perenifólias moteadas e delicadas flores brancas a rosadas no final do verão e outono.
Cacto-saca-rolhas-do-chile
Eulychnia castanea
Nativo do litoral árido do norte e centro do Chile, entre Los Molles e a serra de Talinay, o Eulychnia castanea é um cacto colunar de crescimento lento que forma touceiras rasteiras de vários metros de diâmetro no seu habitat de deserto costeiro, sobrevivendo com a neblina marinha (camanchaca) em uma das regiões mais secas do planeta. Os caules verde-acinzentados, com 6 a 8 costelas e espinhos que variam do castanho ao amarelado, dão origem a flores brancas perfumadas no verão e a frutos amarelo-esverdeados de polpa mucilaginosa e sabor levemente ácido. A cultivar 'Varispiralis', com caules em espiral ou crestados, é muito procurada por colecionadores.
Evônimo
Euonymus
Euonymus é um género diversificado com mais de 130 espécies de arbustos, pequenas árvores e trepadeiras da família Celastraceae, nativo das regiões temperadas da Ásia, Europa e América do Norte. Estes ornamentais resistentes são valorizados pelo interesse durante todo o ano: espécies de folha persistente como Euonymus japonicus oferecem sebes densas e folhagem variegada vibrante, enquanto o caducifólio Euonymus alatus (arbusto-em-chamas) oferece um espetacular colorido carmesim no outono. Atenção: todas as partes são moderadamente tóxicas se ingeridas.
Chapéu-de-cardeal
Euonymus alatus
O chapéu-de-cardeal (Euonymus alatus) é um arbusto caducifólio nativo da Sibéria, China, Japão e Coreia, valorizado pelas "asas" suberosas que percorrem seus ramos e pela folhagem que se torna vermelho-escarlate intenso no outono. Forma uma touceira arredondada de 4,5 a 6 m de altura e largura na maturidade, com flores discretas amarelo-esverdeadas no final da primavera, seguidas por pequenas cápsulas vermelho-alaranjadas que se abrem no outono. É resistente, adapta-se a vários tipos de solo e tolera bem condições urbanas, o que o tornou muito popular no paisagismo - embora seja considerado invasor em partes do leste e centro dos Estados Unidos, por isso vale confirmar a legislação local antes de plantar.
Euônimo-trepador
Euonymus fortunei
O Euonymus fortunei, conhecido como euônimo-trepador ou hera-da-fortuna, é uma planta perene originária do Leste Asiático (China, Coreia e Japão). Extremamente versátil, pode crescer como trepadeira atingindo até 10 metros em suporte adequado, ou como cobertura de solo baixa e densa. Suas folhas coriáceas e brilhantes permanecem verdes o ano inteiro, com numerosas variedades variegadas disponíveis. ATENÇÃO: Todas as partes da planta são tóxicas para humanos, cães e gatos, podendo causar problemas cardíacos e gastrointestinais.
Euônimo-do-Japão
Euonymus japonicus
O Euônimo-do-Japão (Euonymus japonicus) é um arbusto perene originário do Japão, amplamente cultivado como planta ornamental e sebe. De crescimento médio, pode atingir mais de 4 metros de altura e é muito apreciado pela sua folhagem lustrosa verde-escura, que permanece atrativa durante todo o ano. Adapta-se bem a diferentes tipos de solo e é tolerante à seca, vento e poluição urbana, tornando-o uma escolha popular para jardins formais e paisagismo.
Agrimônia-cânhamo
Eupatorium
Eupatorium é um género diversificado de ervas perenes com flor, pertencente à família Asteraceae, que engloba espécies notáveis como Eupatorium cannabinum (agrimônia-cânhamo), nativa da Europa e Ásia, e Eupatorium perfoliatum (erva-de-febre), nativa da América do Norte. Estas plantas robustas produzem densos cachos planos de pequenas flores felpudas em tons de branco, rosa e malva, altamente atrativas para borboletas, abelhas e outros polinizadores. Com crescimento típico de 1 a 1,5 metros de altura, o Eupatorium prospera em solos húmidos e ricos em húmus, tolerando encharcamentos, sendo ideal para jardins de chuva, margens de lagos e canteiros naturalísticos. O género possui rica história etnobotânica: a erva-de-febre foi amplamente usada pelos povos nativos americanos para tratar febres e gripes, enquanto a agrimônia-cânhamo integra a medicina herbal europeia há séculos.
Eufórbia
Euphorbia
Euphorbia é um dos maiores e mais diversificados géneros de plantas do planeta, com mais de 2.000 espécies distribuídas por todos os continentes, exceto a Antártica. O género abrange uma variedade extraordinária de formas — desde suculentas espinhosas semelhantes a cactos, como a Euphorbia trigona (árvore-do-leite-africana) e a Euphorbia milii (coroa-de-espinhos), até à icónica planta natalícia Euphorbia pulcherrima (bico-de-papagaio), e mesmo arbustos e árvores de grande porte. Apesar das suas formas radicalmente diferentes, todas as Euphorbias partilham uma característica definitória: um látex leitoso branco que é tóxico para humanos, gatos e cães, provocando irritação na pele e nas mucosas em contacto. Nativas de África, Américas e Eurásia, as Euphorbias adaptaram-se a desertos, florestas tropicais e prados temperados.
Coroa-de-cristo gigante
Euphorbia × lomii
Euphorbia × lomii é um híbrido de coroa-de-cristo, cruzamento entre Euphorbia milii e Euphorbia lophogona, valorizado por seus caules espinhosos e grossos, folhas grandes e brácteas coloridas maiores que o normal. Cresce como um arbusto suculento escultural e tolerante à seca, prosperando em locais ensolarados e recompensando boa luminosidade com floração quase o ano todo.
Euforbia-da-abissínia
Euphorbia abyssinica
A Euforbia-da-abissínia (Euphorbia abyssinica) é uma suculenta arbórea imponente, nativa da Etiópia e Eritreia. Com porte colunar que pode atingir 9 metros de altura, é frequentemente confundida com um cacto. Produz um látex branco altamente tóxico que irrita a pele e pode causar cegueira temporária. Ideal para jardins secos e paisagismo xerófito.
Arbusto-do-Leite-Africano
Euphorbia bicompacta
A Euphorbia bicompacta, conhecida popularmente como Arbusto-do-Leite-Africano, é uma suculenta arbustiva originária do leste da África, com ocorrência natural na Tanzânia, Ruanda e Quênia. Pertencente à família Euphorbiaceae, esta espécie pode atingir até 7 metros de altura em seu habitat natural, embora em cultivo doméstico raramente ultrapasse 1 a 2 metros. Suas hastes eretas e carnosas de coloração verde-brilhante conferem um visual geométrico e elegante. A variedade rubra (Euphorbia bicompacta var. rubra), muito popular como planta de interior na Europa e nos EUA, apresenta hastes e folhas com tonalidades avermelhadas, tornando-a ainda mais ornamental. O látex leitoso exsudado pela planta é tóxico e cáustico — deve-se sempre usar luvas ao manusear. Em seu país de origem, o látex tem uso medicinal tradicional no controle de carrapatos em bovinos.
Cebola-do-mato
Euphorbia bupleurifolia
A Euphorbia bupleurifolia, conhecida como Cebola-do-mato ou Planta-pinha, é uma suculenta caudiforme rara originária do Cabo Oriental da África do Sul. Seu caule engrossado e tuberoso, coberto por cicatrizes em espiral das folhas antigas, lembra a forma de uma pinha ou cebola, daí seus nomes populares. É uma planta de crescimento lento, muito valorizada por colecionadores de suculentas e plantas raras.
Cardão-das-canárias
Euphorbia canariensis
A Euphorbia canariensis, conhecida como cardão-das-canárias, é uma suculenta colunar endémica das Ilhas Canárias (Espanha). É uma das plantas mais icónicas da região macaronésica, formando densos agrupamentos chamados cardonais nas zonas áridas das ilhas. A planta pode atingir 4 metros de altura, com uma estrutura de ramificação em candelabro inconfundível. Os seus caules espessos e verde-intensos têm quatro costelas marcadas com pares de espinhos avermelhados. Na primavera produz pequenas flores avermelhadas e esverdeadas chamadas ciátios. Todas as partes da planta contêm um látex branco leitoso extremamente tóxico que irrita gravemente a pele e pode causar cegueira em caso de contacto ocular.
Cabeça de Medusa
Euphorbia caput-medusae
A Cabeça de Medusa (Euphorbia caput-medusae) é uma suculenta fascinante originária da África do Sul, com um caule central curto e grosso do qual irradiam numerosos ramos serpentinos, lembrando os cabelos de serpente da Medusa da mitologia grega. Pertencente à família Euphorbiaceae, é valorizada como planta ornamental única em jardins de rochas, vasos e coleções de suculentas.
Maleiteira-maior
Euphorbia characias
A Euphorbia characias, conhecida como maleiteira-maior, é um subarbusto perene de folhagem persistente, nativo das encostas rochosas e ensolaradas da bacia do Mediterrâneo. Forma touceiras densas de hastes eretas cobertas por folhas estreitas e azuladas, coroadas no final do inverno e início da primavera por vistosas inflorescências verde-limão. Todas as partes da planta exsudam um látex leitoso quando cortadas, que é irritante para a pele e os olhos, por isso deve ser manuseada com luvas. Muito apreciada pela tolerância à seca e pelo porte arquitetónico, praticamente cuida de si mesma depois de estabelecida.
Bico-de-Papagaio Branco
Euphorbia cornastra
Euphorbia cornastra e um arbusto da familia Euphorbiaceae, nativo das florestas tropicais sazonalmente secas de Guerrero, no Mexico. Descoberta em 1973, e parecida com sua parente famosa Euphorbia pulcherrima (o bico-de-papagaio tradicional), mas tem folhagem verde-acinzentada e floresce no verao com brácteas brancas puras que lembram flores de dogwood. E muito usada por melhoristas para criar hibridos compactos de bico-de-papagaio, como a serie Princettia. Como todas as euforbias, exsuda um latex leitoso toxico e irritante para pele e olhos.
Lechero vermelho
Euphorbia cotinifolia
A Euphorbia cotinifolia, conhecida popularmente como lechero vermelho ou arbusto-de-fumo tropical, é um arbusto ornamental nativo da América Central e do Sul, celebrado por suas deslumbrantes folhas de coloração vermelho-bordô. Pertence à família Euphorbiaceae e pode atingir até 4,5 metros de altura como arbusto. Sua seiva leitosa é altamente tóxica e deve ser manuseada com luvas. É muito cultivada em jardins tropicais e subtropicais por seu forte impacto visual.
Amendoim-bravo
Euphorbia cyathophora
A Euphorbia cyathophora, conhecida popularmente como amendoim-bravo, e uma planta herbacea da familia Euphorbiaceae, prima proxima do tradicional bico-de-papagaio de Natal. Suas folhas superiores ganham manchas vermelho-vivas na base, imitando pequenas bracteas coloridas, enquanto as flores verdadeiras sao pequenas estruturas verdes chamadas ciatios. Nativa das Americas, e uma planta rustica, de crescimento rapido e facil adaptacao, muito usada em jardins ensolarados e bordaduras. Todas as partes da planta liberam um latex leitoso quando cortadas, que e toxico e pode irritar a pele e os olhos.
Euforbia-de-David
Euphorbia davidii
A Euforbia-de-David (Euphorbia davidii) é uma erva anual da família Euphorbiaceae, nativa do centro-sul dos Estados Unidos e do México, hoje naturalizada em diversas regiões do mundo. Cresce até 61 cm de altura em locais com pleno sol e solo bem drenado. Produz um látex branco leitoso altamente tóxico e irritante para a pele, olhos e mucosas de humanos, gatos e cães.
Euforbia-de-Decary
Euphorbia decaryi
A Euphorbia decaryi é uma suculenta caudiciforme rara e compacta, endêmica de Madagascar. Pertence à família Euphorbiaceae e produz uma base engrossada (cáudex) que armazena água, com hastes onduladas e folhas texturizadas de tom verde-acinzentado. É uma espécie de crescimento muito lento, altamente valorizada por colecionadores de suculentas e plantas de Madagascar.
Eufórbia-dentada
Euphorbia dentata
A Euphorbia dentata, conhecida como eufórbia-dentada (ou "green poinsettia" em inglês), é uma erva anual pertencente à família Euphorbiaceae, nativa do centro e leste dos Estados Unidos até o nordeste do México. É uma planta invasora comum em áreas perturbadas, pastagens, terrenos baldios e beiras de estrada, reconhecida por suas folhas lanceoladas com margens serrilhadas e pelo látex leitoso que escorre de seus caules quando cortados. O contato com a seiva pode causar irritação na pele e nos olhos, por isso recomenda-se manuseá-la com luvas.
Cacto-polvo
Euphorbia flanaganii
A Euphorbia flanaganii, conhecida popularmente como cabeça-de-medusa, é uma suculenta sul-africana da família Euphorbiaceae. Forma uma roseta baixa de "tentáculos" cilíndricos verde-acinzentados que se irradiam de um caule central espesso, lembrando os cabelos de serpente da Medusa da mitologia grega. É uma planta de crescimento lento, cultivada principalmente como ornamental em vasos, e produz pequenas flores (ciátios) amarelas do fim do inverno à primavera. Toda a planta contém seiva leitosa (látex) tóxica e irritante, que exige cuidado no manuseio.
Eufórbia-vermelha
Euphorbia fulgens
A Eufórbia-vermelha (Euphorbia fulgens) é um arbusto caducifólio originário do México, famoso por seus ramos pendentes adornados com pequenas flores de cor escarlate a laranja durante o inverno. Pertencente à família Euphorbiaceae, produz um látex branco leitoso que é irritante ao contato. É muito cultivada como planta ornamental e utilizada em arranjos florais de corte.
Coroa-de-cristo sem espinhos
Euphorbia geroldii
A Euphorbia geroldii, conhecida como coroa-de-cristo sem espinhos ou euforbia de Gerold, e um arbusto suculento da familia das euforbiaceas, endemico das florestas secas costeiras do nordeste de Madagascar. Diferente da sua parente espinhosa, a Euphorbia milii, a E. geroldii tem caules lenhosos lisos e sem espinhos, cobertos por folhas brilhantes, verde-escuras, lanceoladas e com bordas avermelhadas. Pequenos cachos de bracteas vistosas vermelhas com centro amarelo aparecem quase o ano todo, tornando essa suculenta de floracao quase continua uma opcao popular e de baixa manutencao para ambientes internos bem iluminados e jardins de clima quente. Na natureza, a especie e classificada como Criticamente em Perigo devido a perda de habitat, o que torna o cultivo de exemplares tambem relevante para a conservacao.
Falsa-gipsófila
Euphorbia graminea
Euphorbia graminea, conhecida popularmente como falsa-gipsófila, é uma planta herbácea a subarbustiva da família Euphorbiaceae, nativa do México, América Central e partes da América do Sul e do Caribe. Atinge de 10 a 50 cm de altura, podendo chegar a 1 metro em boas condições. Seus caules finos e ramificados sustentam folhas opostas de até 4 cm e pequenas inflorescências (ciátios) envoltas por brácteas brancas que criam um efeito de nuvem de flores minúsculas, parecido com a gipsófila. É a espécie silvestre que deu origem à popular cultivar ornamental Diamond Frost, valorizada por sua floração quase contínua. Como todas as euforbias, produz um látex leitoso que pode irritar a pele e os olhos e é tóxico se ingerido.
Janauba
Euphorbia grantii
A janauba (Euphorbia grantii, sinonimo Synadenium grantii) e um arbusto suculento da familia Euphorbiaceae, nativo do leste da Africa (Tanzania, Uganda, Ruanda, Burundi e Republica Democratica do Congo). E amplamente cultivada no Brasil como planta ornamental de jardim e cerca-viva por seu porte robusto, folhas carnudas de coloracao verde a arroxeada e crescimento rapido em climas quentes. Toda a planta produz um latex leitoso abundante quando cortada, caracteristica que da origem a varios de seus nomes populares e que exige cuidado no manuseio, pois e toxica e pode irritar fortemente a pele, os olhos e as mucosas.
Salsicha-de-jardim
Euphorbia guentheri
A Euphorbia guentheri, popularmente conhecida como salsicha-de-jardim, e um subarbusto suculento nativo do sudeste do Quenia. Produz numerosos caules cilindricos, carnudos e nao ramificados, com tuberculos pontiagudos, que podem atingir ate 90 cm de comprimento. As pequenas folhas obovadas surgem ao longo dos caules e caem durante a dormencia de inverno. Na primavera, desenvolve pequenas flores (ciatios) vermelhas com bracteas esverdeadas. Como toda euforbia, exsuda um latex leitoso toxico quando cortada ou ferida.
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