Guia Completo de Plantas
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🗺️ Plantas por Cidade3677 plantas encontradas
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Bromélia-bracteata
Aechmea bracteata
A Bromélia-bracteata (Aechmea bracteata) é uma bromélia epífita nativa da América Central, pertencente à família Bromeliaceae. Forma uma roseta de folhas rígidas e espinhosas que criam um "tanque" central para acúmulo de água. Sua inflorescência é marcante, com brácteas em tons de rosa, laranja e verde.
Gravatá-de-flecha
Aechmea bromeliifolia
A Aechmea bromeliifolia, conhecida como Gravatá-de-flecha ou Caraguatá, é uma bromélia terrestre nativa das regiões tropicais da América do Sul e Central. Com roseta de folhas rígidas e bordas espinhosas, produz uma inflorescência vistosa com brácteas coloridas. É uma das espécies de Aechmea mais disseminadas, sendo encontrada desde florestas de galeria até áreas abertas de cerrado e caatinga.
Gravatá
Aechmea caudata
O Gravatá (Aechmea caudata) é uma bromélia nativa da Mata Atlântica brasileira, encontrada nos estados do Espírito Santo ao Rio Grande do Sul. Planta epífita, rupícola ou terrestre, forma uma roseta infundibuliforme com folhas longas e arqueadas de até 128 cm, com margens serradas e ápice pungente. Sua inflorescência é espiciforme, ereta e ultrapassa a roseta foliar, exibindo flores amareladas com sépalas alaranjadas a vermelhas — um espetáculo tropical único. Floresce uma única vez na vida, no verão, e após a floração origina filhotes que perpetuam a planta.
Bromélia-aequimea
Aechmea fasciata
A Aechmea fasciata é uma bromélia epífita nativa do sudeste do Brasil, conhecida por suas folhas prateadas com faixas horizontais e sua espetacular inflorescência rosa com pequenas flores azul-violeta. É uma das bromélias mais populares para cultivo em interiores, apreciada por sua beleza exótica e facilidade de cuidado.
Bromélia Coral
Aechmea fulgens
A Bromélia Coral (Aechmea fulgens) é uma bromélia epífita nativa do nordeste do Brasil, especialmente dos estados da Bahia e Pernambuco. Suas folhas formam uma roseta elegante de cor verde brilhante com espinhos nas margens, e sua floração é um espetáculo à parte: uma panícula vermelha com brácteas vistosas e flores roxas. Após a floração, produz frutos vermelhos globosos que persistem na planta por muitos meses, tornando-a decorativa durante todo o ano. É uma das bromeliáceas mais populares no cultivo doméstico e em jardins tropicais.
Gravatá-de-igreja
Aechmea nudicaulis
A Aechmea nudicaulis, conhecida popularmente como gravatá-de-igreja ou ananás-do-mato, é uma bromélia nativa do Brasil amplamente distribuída pela Mata Atlântica, com ocorrências também no Cerrado, no Caribe e no norte da América do Sul. Cresce tanto de forma epífita — fixada em troncos e galhos de árvores — quanto terrestre, formando rosetas de folhas coriáceas verde-escuras com bordas serrilhadas. Sua inflorescência é um espetáculo à parte: uma haste vermelha brilhante da qual emergem flores amarelo-esverdeadas com pontas azul-arroxeadas, surgindo no verão e no outono. Após a floração, a planta produz pequenos frutos comestíveis com sabor adocicado, atraindo pássaros e polinizadores. É uma espécie robusta, adaptada ao cultivo interno e externo, e representa um importante elemento da biodiversidade brasileira.
Marimo
Aegagropila linnaei
A Aegagropila linnaei, conhecida como bola de musgo Marimo, não é um musgo verdadeiro, mas uma forma rara de alga verde filamentosa que cresce em colônias esféricas. Nativa de lagos frios e alcalinos do Japão, Islândia e Estônia, sua forma arredondada se desenvolve naturalmente graças ao movimento das ondas e à rotação periódica no fundo do lago. No Lago Akan, no Japão, é protegida como um monumento natural especial.
Erva-de-são-gerardo
Aegopodium podagraria
A erva-de-são-gerardo (Aegopodium podagraria) é uma planta herbácea perene da família das apiáceas (Apiaceae), nativa da Europa e da Ásia. É conhecida pelo seu crescimento extremamente rápido e propagação através de rizomas, o que a torna uma das coberturas de solo mais resistentes e invasivas em regiões temperadas. A planta forma tapetes densos de folhas verdes claras, tripinadas, e produz umbelas de flores brancas entre maio e junho. Desenvolve-se bem na sombra ou meia-sombra e tolera a maioria dos tipos de solo. Historicamente, foi cultivada como planta alimentícia e medicinal durante a Idade Média.
Aeonium
Aeonium
O Aeonium é um gênero de suculentas com aproximadamente 35 espécies, nativas principalmente das Ilhas Canárias. Diferente da maioria das suculentas, o Aeonium cresce ativamente no outono e inverno, entrando em dormência durante o verão quente. Suas rosetas perfeitas de folhas brilhantes formam colônias ornamentais deslumbrantes, fazendo dele uma das suculentas mais elegantes para jardins mediterrâneos e vasos.
Rosa-negra
Aeonium 'Zwartkop'
Aeonium 'Zwartkop' e um arbusto suculento impressionante, conhecido por suas rosetas quase pretas, em tom vinho-arroxeado, que ficam no topo de hastes finas e lenhosas. Cultivar de Aeonium arboreum, nativa das Ilhas Canarias, forma uma silhueta arquitetonica e escultural tanto em jardins quanto em vasos. A folhagem escura fica quase preta sob sol pleno e suaviza para verde-arroxeado na sombra, tornando-a um ponto focal dramatico em arranjos de suculentas. Na primavera, rosetas maduras podem produzir hastes conicas com flores amarelas em forma de estrela, embora a roseta que floresce morra em seguida, enquanto o restante da planta continua a crescer.
Roseta-de-são-jorge
Aeonium arboreum
O Aeonium arboreum é uma suculenta arbustiva originária das Ilhas Canárias e do norte de África, famosa pelas suas rosetas carnudas dispostas no topo de caules lenhosos. O cultivar 'Schwarzkopf' com folhas roxo-escuras é um dos mais apreciados em todo o mundo.
Rosa-das-Canárias
Aeonium aureum
Aeonium aureum, popularmente conhecida como rosa-das-canárias, é uma suculenta formadora de roseta nativa das encostas vulcânicas de Tenerife, nas Ilhas Canárias. Suas folhas espatuladas e bem compactadas formam uma roseta perfeitamente simétrica, em tons que vão do verde-azulado ao verde-dourado, o que justifica o epíteto "aureum" (dourado). Diferente da maioria das suculentas, essa espécie segue um ciclo de crescimento invernal e dormência estival: cresce ativamente durante os meses frios e úmidos do outono, inverno e primavera, e depois fecha sua roseta bem apertada para descansar durante o verão quente e seco, conservando umidade. Após vários anos de crescimento, rosetas maduras podem produzir uma haste floral amarelo-dourada alta, um evento raro e espetacular, embora a roseta que floresce morra em seguida, deixando rebentos para dar continuidade à planta.
Aeônio-das-Canárias
Aeonium canariense
O Aeonium canariense, conhecido popularmente como aeônio-das-canárias ou bejeque, é uma suculenta perene endêmica das Ilhas Canárias, pertencente à família Crassulaceae. Forma densas rosetas de folhas aveludadas, ligeiramente pilosas, dispostas em espiral, que podem atingir entre 15 e 30 cm de diâmetro. Na primavera e início do verão, plantas maduras produzem uma haste floral que pode chegar a 1 metro de altura, coberta por pequenas flores amarelas em forma de estrela. É uma espécie monocárpica: a roseta que floresce morre em seguida, mas a planta continua a se propagar por meio de brotos laterais (offsets).
Aeônio-verde
Aeonium decorum
Aeonium decorum é uma suculenta compacta e ramificada, originária das Ilhas Canárias, que forma rosetas de folhas verde-claras em formato de colher, muitas vezes com bordas avermelhadas. Sua forma arquitetônica em roda de moinho a torna uma suculenta ornamental popular para vasos e jardins de pedras.
Aeônio-cata-vento
Aeonium haworthii
Aeonium haworthii é uma suculenta arbustiva e ramificada, nativa das Ilhas Canárias, conhecida por suas rosetas de folhas verde-azuladas com bordas avermelhadas, dispostas como as pás de um cata-vento. Forma um arbusto baixo e multicaule, produzindo flores brancas a amarelo-claras em formato de estrela na primavera.
Aeônio
Aeonium simsii
Aeonium simsii é uma suculenta compacta, de crescimento em touceira densa, endêmica das zonas rochosas de altitude média da Gran Canária, nas Ilhas Canárias, onde ocorre entre 500 e 1.900 metros de altitude. Forma tufos cerrados de caules curtos e ramificados, terminados em rosetas em forma de taça, com folhas verde-amareladas marcadas por listras longitudinais acastanhadas na face inferior. De forma incomum para o gênero, as rosetas de A. simsii podem florescer mais de uma vez e sobreviver, ao contrário de quase todas as outras espécies de Aeonium, cujas rosetas morrem após uma única floração.
Aeônio-ondulado
Aeonium undulatum
O Aeonium undulatum é uma suculenta arbustiva impressionante, nativa das Ilhas Canárias, especificamente de Gran Canaria. Conhecida por suas grandes rosetas de folhas verdes brilhantes e onduladas, pode atingir mais de 2 metros de altura, sendo uma das maiores espécies do gênero Aeonium. É uma planta monocárpica que produz flores amarelas em forma de estrela após cerca de 5 anos, em impressionantes panículas piramidais.
Batom
Aeschynanthus
Aeschynanthus é um gênero de plantas trepadeiras epífitas da família Gesneriaceae, nativo das florestas tropicais do Sudeste Asiático, incluindo Tailândia, Península Malaia, Sumatra e Bornéu. Cultivada como planta pendente de interior, apresenta folhas brilhantes e coriáceas ao longo de hastes que caem em cascata, com flores tubulares vermelho-vivas que emergem de cálices vinho-escuros, lembrando tubos de batom -- origem do seu nome popular.
Planta-batom
Aeschynanthus radicans
A Planta-batom (Aeschynanthus radicans) é uma deslumbrante epífita tropical nativa das florestas úmidas do Sudeste Asiático. Conhecida por suas hastes pendentes adornadas com folhas cerosas e brilhantes e impressionantes flores tubulares vermelhas que emergem de cálices bordô escuros, lembrando um batom saindo do estojo. É uma das favoritas entre os jardineiros de interiores, ideal para vasos suspensos onde seus ramos podem cair graciosamente.
Castanheiro-da-Índia
Aesculus hippocastanum
O castanheiro-da-índia (Aesculus hippocastanum) é uma árvore decídua de grande porte e crescimento rápido, nativa da Península Balcânica, muito apreciada na Europa e na América do Norte como árvore ornamental e de sombra. Possui copa ampla e arredondada, folhas compostas palmadas com cinco a sete folíolos, e produz, na primavera, espetaculares cachos eretos de flores brancas com garganta amarela a avermelhada. No outono, libera suas sementes brilhantes de casca marrom, conhecidas como castanhas-da-índia, envoltas em cápsulas espinhosas verdes.
Cicuta-dos-jardins
Aethusa cynapium
A Aethusa cynapium, conhecida como cicuta-dos-jardins ou salsa-dos-tolos, e uma erva anual da familia Apiaceae nativa da Europa, Asia Ocidental e noroeste da Africa. Muito parecida com a salsa comum, esta planta e altamente toxica em todas as suas partes quando fresca, contendo o alcaloide cinopina. E frequentemente encontrada como erva daninha em hortas e terrenos cultivados.
Agapanto
Agapanthus africanus
O Agapanto (Agapanthus africanus) é uma planta perene originária da região do Cabo Ocidental, na África do Sul. Forma touceiras compactas de folhas longas, verdes e em formato de fita, das quais emergem hastes florais robustas coroadas por umbelas densas de flores em forma de trombeta, em tons de azul a violeta. É muito usada em jardins, canteiros e vasos, sendo apreciada por sua floração vistosa no verão e sua resistência.
Agapanto-oriental
Agapanthus orientalis
O Agapanthus orientalis é uma perene de folhas persistentes, nativa da África do Sul, conhecida por suas hastes florais altas e robustas, coroadas por grandes umbelas esféricas de flores em forma de trombeta nas cores azul, lavanda, roxo ou branco. Suas folhas longas e brilhantes formam uma touceira densa na base, tornando-a uma planta popular em bordaduras e vasos em climas quentes.
Agapanto
Agapanthus praecox
O Agapanthus praecox é uma planta perene de folhagem persistente originária da África do Sul. Caracteriza-se por suas longas folhas verdes em forma de fita e suas espetaculares umbelas globulares de flores azuis ou brancas que se elevam sobre hastes altas e robustas. É uma espécie extremamente resistente e popular no paisagismo mediterrâneo.
Champignon-de-asfalto
Agaricus bitorquis
Agaricus bitorquis, conhecido como champignon-de-asfalto, é uma espécie comestível de fungo da família Agaricaceae. Caracteriza-se por um corpo de frutificação excepcionalmente duro e carnudo e um anel duplo específico no estipe. Frequentemente encontrado em ambientes urbanos, é capaz de romper até mesmo o asfalto ou solo compactado em calçadas. Possui um chapéu branco ou levemente creme e lamelas rosa-pálido que escurecem para marrom-chocolate com a idade.
Agave (gênero)
Agave
O Agave é um grande gênero de suculentas monocárpicas originário das Américas, especialmente do México. Suas folhas rígidas e pontiagudas formam uma roseta impressionante, e a planta floresce apenas uma vez na vida, produzindo uma haste floral monumental antes de morrer.
Agave
Agave americana
O Agave americana é uma suculenta de grande porte originária do México e do sul dos Estados Unidos, amplamente cultivada em jardins tropicais, subtropicais e mediterrâneos. Suas folhas são longas, rígidas, cinza-azuladas, com bordas serradas e uma espinha terminal afiada. É uma planta monocárpica: floresce apenas uma vez na vida, após 10 a 30 anos, produzindo uma imponente haste floral de até 7 metros, e depois morre. Antes de falecer, produz inúmeros rebentos basais que garantem a perpetuação da espécie.
Piteira do Caribe
Agave angustifolia
A Piteira do Caribe (Agave angustifolia) é uma suculenta perene da família Asparagaceae, nativa do México e América Central. Suas folhas são longas, rígidas e em forma de espada, dispostas em roseta elegante, com margens dentadas, espinhos afiados e tom cinza-esverdeado a azul-acinzentado. É uma planta monocárpica: floresce uma única vez, após 10 a 30 anos, produzindo um escapo floral impressionante de até 5 metros de altura com flores amarelo-esverdeadas, e depois morre — mas deixa brotos laterais (filhotes) que perpetuam a espécie. Valorizada tanto pela beleza ornamental escultural quanto pela produção histórica de mezcal e fibras têxteis.
Agave-áspero
Agave asperrima
O Agave asperrima é uma suculenta perene e sem caule, nativa das áreas semiáridas do sul do Texas e do centro-norte do México. Forma uma roseta densa com 30 a 40 folhas largas, verde-acinzentadas, com bordas serrilhadas de dentes afiados e um espinho terminal robusto, atingindo cerca de 1 metro de altura e até 2 metros de diâmetro. Após 7 a 15 anos ou mais de crescimento lento, a roseta madura emite uma haste floral alta, de 4 a 7 metros, com flores amarelas, e depois morre - mas não sem antes produzir rebentos ao redor da base, que garantem a continuidade da planta. Em seu México natal, é fonte tradicional para bebidas destiladas do tipo mezcal, feitas a partir do miolo assado e fermentado.
Agave-dragão
Agave attenuata
A Agave attenuata é uma suculenta perene e escultural, famosa por suas rosetas de folhas verde-claras, largas e macias que não possuem os espinhos típicos de outras agaves. Nativa do México, ela desenvolve um caule grosso e, quando madura, produz uma inflorescência longa e curvada que lembra o pescoço de um cisne, o que lhe confere um de seus nomes populares.
Agave-filamentosa
Agave filifera
A Agave filifera é uma suculenta compacta nativa do México, famosa pelos delicados filamentos brancos que se desprendem das bordas de suas folhas verde-escuras. Forma rosetas densas e simétricas, sendo muito apreciada como planta ornamental tanto em jardins quanto em interiores. Altamente resistente à seca e ao calor, é uma escolha ideal para iniciantes.
Agave de Parry
Agave parryi
A Agave parryi, conhecida como agave de Parry, é uma suculenta rústica nativa do sudoeste dos Estados Unidos e do México. Forma uma roseta compacta e simétrica de folhas cinza-azuladas com espinhos escuros nas pontas, muito valorizada em jardins secos por sua resistência ao frio.
Agave-borboleta
Agave potatorum
O Agave potatorum, conhecido como agave-borboleta ou tobalá, é uma suculenta de roseta compacta originária das montanhas de Oaxaca e Puebla, no México. De crescimento lento e porte pequeno, suas folhas cinza-esverdeadas com espinhos terminais formam uma roseta elegante de até 1,2 m de altura e 1,5 m de diâmetro. É monocárpica — floresce apenas uma vez na vida, produzindo uma imponente haste floral de 4 a 6 metros, e então morre, deixando brotos filhos como herança.
Agave-pulqueira
Agave salmiana
O Agave salmiana, conhecido como agave-pulqueira ou maguey-de-pulque, é um dos maiores e mais imponentes agaves do México central. Com folhas suculentas de até 2 metros de comprimento, armadas de espinhos afiados, esta planta é a principal fonte de seiva para produção da bebida fermentada pulque, consumida no México há milhares de anos. É monocárpica — floresce apenas uma vez na vida, após 15 a 25 anos, erguendo uma haste floral espetacular de até 12 metros.
Agave-azul
Agave tequilana
A Agave tequilana, conhecida como agave-azul, é uma suculenta imponente nativa das terras altas de Jalisco, no México. Suas folhas grossas, verde-azuladas, formam uma roseta dramática que pode chegar a 2,4 m de diâmetro, com espinhos afiados nas bordas e na ponta. Famosa por ser a única fonte legal da tequila, essa suculenta resistente à seca cresce lentamente por anos antes de lançar uma haste floral gigante uma única vez na vida, formando rebentos (filhotes) na base para continuar o ciclo.
Agave-rainha-vitória
Agave victoriae-reginae
O Agave victoriae-reginae, ou agave-rainha-vitória, é uma suculenta monocárpica de crescimento extremamente lento, nativa do deserto de Chihuahua, nos estados mexicanos de Coahuila, Durango e Nuevo León. Forma uma roseta compacta e perfeitamente geométrica de folhas curtas, rígidas e de cor verde-escura, marcadas com linhas brancas que parecem pintadas à mão. Após várias décadas de crescimento, produz uma única inflorescência de vários metros de altura com flores creme, após o que a roseta mãe morre, deixando frequentemente brotos em sua base.
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