Guia Completo de Plantas
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Primavera
Bougainvillea peruviana
A Primavera (Bougainvillea peruviana) é uma trepadeira vigorosa originária do Peru e do norte da América do Sul, pertencente à família Nyctaginaceae. Conhecida pelas suas exuberantes brácteas coloridas em tons de magenta, rosa, branco e roxo, ela é na verdade a parte ornamental mais visível da planta — as flores verdadeiras são pequenas e brancas, escondidas no centro das brácteas. De crescimento rápido, pode escalar muros, grades e pérgolas com facilidade, tornando-se um dos arbustos trepadeiros mais populares em jardins tropicais e subtropicais do Brasil.
Buganvília
Bougainvillea spectabilis
A Bougainvillea spectabilis, conhecida popularmente como buganvília, três-marias ou primavera, é uma trepadeira arbustiva espinhosa nativa da costa leste do Brasil. Famosa pelas suas exuberantes brácteas coloridas — que vão do magenta vibrante ao rosa, laranja, roxo e branco — esta planta é um dos ornamentais mais cultivados nas regiões tropicais e subtropicais do mundo. As flores verdadeiras são pequenas e brancas, rodeadas por três brácteas papiráceas que dão toda a cor e beleza à planta. Cresce vigorosamente quando exposta a pleno sol e se torna extremamente resistente à seca após estabelecida.
Primavera
Bougainvillea x buttiana
A Primavera (Bougainvillea × buttiana) é uma das trepadeiras ornamentais mais icônicas do Brasil. Trata-se de um híbrido natural entre Bougainvillea glabra e Bougainvillea peruviana, produzido originalmente na África do Sul. Suas flores verdadeiras são pequenas e brancas, quase imperceptíveis, mas estão envoltas por brácteas papiráceas de cores vibrantes — rosa, vermelho, laranja, roxo, branco e amarelo — que são as responsáveis pelo espetáculo visual. Trepadeira vigorosa e espinhosa, pode alcançar até 12 metros em condições ideais, sendo amplamente cultivada em jardins, muros, cercas e pérgolas em todo o Brasil e no mundo.
Cebola-trepadeira
Bowiea volubilis
A Bowiea volubilis é uma planta suculenta bulbosa (caudiciforme) nativa do sul e leste da África. Em vez de folhas, ela produz hastes verdes finas e trepadeiras a partir de um bulbo verde grande e parcialmente acima do solo, que assumem a função de fotossíntese. As hastes podem se enrolar em suportes e atingir vários metros em climas quentes. Na primavera, surgem pequenas flores verde-amareladas em forma de estrela com um odor desagradável. A planta é altamente tóxica, contendo glicosídeos cardíacos (bufadienolidos).
Capim-braquiária
Brachiaria decumbens
O capim-braquiária (Brachiaria decumbens) é uma gramínea perene originária da África tropical, amplamente cultivada no Brasil como forrageira para pastagens. Pertence à família Poaceae e apresenta crescimento rasteiro e vigoroso, cobrindo o solo rapidamente. É extremamente adaptada a solos ácidos e de baixa fertilidade, sendo uma das forrageiras tropicais mais utilizadas no mundo.
Árvore-de-fogo
Brachychiton acerifolius
Árvore decidual grande e espetacular da família Malvaceae, nativa da costa leste da Austrália. Caracteriza-se por sua breve fase de queda foliar seguida de uma profusão de flores vermelho-escarlate em forma de sino que cobrem toda a copa, criando um efeito visual impressionante que se assemelha a uma árvore em chamas. Atinge 15-18 metros em cultivo e até 35 metros em habitat natural. Floresce primavera-verão, antes das folhas emergirem, atraindo polinizadores como borboletas e beija-flores. Resistente à seca uma vez estabelecida.
Braquiquíton
Brachychiton populneus
O Braquiquíton (Brachychiton populneus) é uma árvore perene resistente, nativa do leste da Austrália, conhecida pelo tronco em formato de garrafa que armazena água, folhas brilhantes semelhantes às do choupo e grande tolerância à seca. Produz flores em forma de sino, de cor creme com estrias rosa ou roxas, na primavera e no verão, seguidas de vagens de sementes lenhosas.
Árvore-garrafa-de-queensland
Brachychiton rupestris
Nativa do centro de Queensland, na Austrália, a árvore-garrafa-de-queensland é uma espécie caudiciforme da família Malvaceae, famosa pelo tronco intumescido em forma de garrafa que armazena água e reservas para atravessar longos períodos de seca. Na natureza pode ultrapassar 10 a 20 metros de altura, mas em cultivo e como bonsai costuma permanecer bem mais compacta. É decídua, perdendo as folhas na estação seca antes de florescer com panículas cor de creme marcadas de vermelho.
Braquipódio Mediterrânico
Brachypodium retusum
O Brachypodium retusum é uma gramínea perene mediterrânica robusta e resistente à seca, com touceiras densas de folhas lineares estreitas de coloração glauca. Originária da bacia mediterrânea, esta espécie desempenha papel ecológico fundamental como primeira gramínea a rebrotar após incêndios, contribuindo para a estabilização do solo e recuperação da vegetação. Suas espigas verdes e amareladas florescem da primavera ao início do verão, conferindo textura natural e movimento aos jardins secos.
Margarida-do-rio-swan
Brachyscome iberidifolia
A Brachyscome iberidifolia, comumente conhecida como Margarida-do-rio-swan, é uma encantadora erva anual australiana. É altamente valorizada por sua folhagem delicada, semelhante a samambaias, e por uma profusão de pequenas flores parecidas com margaridas que surgem em tons vibrantes de azul, roxo, rosa e branco. Com um hábito de crescimento compacto e arredondado, é a favorita para bordaduras, jardins de pedras e cestos suspensos.
Quipá-arbóreo
Brasiliopuntia brasiliensis
A Brasiliopuntia brasiliensis, conhecida como Quipá-arbóreo ou Palma-de-árvore, é um cacto arbóreo monotypico nativo do Brasil, Argentina e Paraguai. Com porte imponente que pode ultrapassar 20 metros em seu habitat natural, apresenta tronco cilíndrico lenhoso com cladódios achatados nas extremidades dos galhos, formando uma estrutura arborescente única na família Cactaceae.
Dama-da-noite
Brassavola nodosa
A Brassavola nodosa, conhecida como dama-da-noite, e uma orquidea epifita de porte medio nativa de regioes costeiras da America Central e do Sul, do Mexico ao Brasil, onde cresce sobre arvores e ate sobre raizes de mangue perto do mar. Suas folhas cilindricas e suculentas dao origem a hastes com flores branco-esverdeadas de ate 15 cm, que liberam um perfume intenso e adocicado ao entardecer para atrair mariposas polinizadoras.
Orquídea-aranha
Brassia
Brassia é um gênero de orquídeas epífitas nativas das florestas tropicais e subtropicais da América Central e do Sul, conhecidas popularmente como orquídeas-aranha por causa das pétalas e sépalas longas e finas, que lembram pernas de aranha. Suas hastes florais podem exibir até 20 flores de tonalidades amarelas, creme, esverdeadas ou marrom-avermelhadas, geralmente salpicadas de manchas escuras. É um gênero apreciado tanto por colecionadores quanto por híbridos comerciais, valorizado pela floração exuberante e pelo formato exótico das flores.
Orquídea-aranha
Brassia arachnoidea
Brassia arachnoidea, conhecida como orquídea-aranha, é uma orquídea epífita originária das florestas tropicais úmidas da América Central e do Sul, incluindo o Equador. É nomeada pela forma de suas flores — sépalas e pétalas longas, filiformes, verde-amareladas com manchas marrom-chocolate, que lembram as pernas de uma aranha. As folhas são largas e plissadas, presas a pseudobulbos ovoides, e as hastes florais podem carregar até 8 flores perfumadas, cada uma com 10-12 cm de diâmetro.
Orquídea-aranha-caudata
Brassia caudata
A Brassia caudata, conhecida como orquídea-aranha-caudata, é uma orquídea epífita neotropical nativa do México do Sul, América Central, Caribe e norte da América do Sul. Suas flores longas e delicadas lembram as pernas de uma aranha, com sépalas e pétalas amarelas manchadas de marrom que podem atingir até 15 cm de comprimento. É uma planta perene de crescimento lento que floresce principalmente na primavera e verão.
Brássica
Brassica
O gênero Brassica compreende mais de 30 espécies de plantas herbáceas da família Brassicaceae, incluindo algumas das hortaliças mais consumidas no mundo: couve, repolho, brócolis, couve-flor, mostarda e nabo. Originárias da Europa e Ásia, essas plantas de ciclo anual ou bienal se adaptam a climas frios e temperados, produzindo folhas ricas em nutrientes e flores características de quatro pétalas amarelas ou brancas que deram o nome à família.
Mostarda
Brassica juncea
A Brassica juncea, conhecida popularmente como mostarda, é uma planta anual da família Brassicaceae originária da Ásia Central e do Sul. Suas folhas verdes ou arroxeadas são amplamente consumidas na culinária asiática, africana e brasileira. As sementes produzem o óleo de mostarda e o condimento homônimo. A planta possui flores amarelas vibrantes e cresce rapidamente em clima ameno.
Brassica napus
Brassica napus
A Brassica napus, amplamente conhecida como colza ou canola, é uma planta herbácea de crescimento rápido, famosa por seus vastos campos de flores amarelas vibrantes. É uma das culturas oleaginosas mais importantes do mundo, utilizada para a produção de óleo vegetal comestível, biodiesel e ração animal. Suas folhas jovens são comestíveis e ricas em nutrientes, assemelhando-se à couve.
Repolho
Brassica oleracea
A Brassica oleracea é a espécie ancestral selvagem de muitos dos legumes mais importantes do mundo, incluindo o repolho, a couve, os brócolos, a couve-flor, as couves-de-bruxelas, o couve-rábano e a couve-galega. Nativa das falésias costeiras do Mediterrâneo e da Europa Atlântica, esta erva bienal ou perene tem sido cultivada há mais de 2.000 anos e selecionada para originar uma extraordinária variedade de grupos cultivares. Na sua forma selvagem produz folhas onduladas azul-esverdeadas, um caule ereto robusto e cachos de pequenas flores amarelas. Como espécie-mãe de todos estes grupos cultivares — repolho, couve, brócolos, couve-flor, couves-de-bruxelas, couve-rábano e couve-galega — a Brassica oleracea representa uma das maiores conquistas da humanidade na domesticação de plantas.
Couve
Brassica oleracea var. acephala
A couve é uma hortaliça herbácea de folhas largas e nutritivas, pertencente à família das Brassicaceae. É extremamente resistente e valorizada mundialmente como um superalimento, sendo rica em ferro, cálcio e vitaminas A, C e K. Suas folhas podem variar do verde-claro ao roxo, dependendo da variedade.
Repolho
Brassica oleracea var. capitata
O repolho (Brassica oleracea var. capitata) é uma hortaliça bienal da família Brassicaceae, cultivada como anual pelas suas folhas compactadas em cabeça. Originário da costa mediterrânea e do oeste europeu, é uma das hortaliças mais consumidas no mundo, usada crua em saladas, fermentada (chucrute) ou cozida.
Nabo
Brassica rapa
O nabo (Brassica rapa) é uma hortaliça bienal da família Brassicaceae, cultivada há milênios por suas raízes comestíveis e folhas nutritivas. Originária da Ásia Central, é amplamente cultivada em climas temperados ao redor do mundo. A planta produz flores amarelas vibrantes na primavera e verão, e sua raiz tuberosa é rica em vitaminas C e K.
Repolho Chinês
Brassica rapa pekinensis
O Repolho Chinês (Brassica rapa pekinensis) é um vegetal de folhas origináriode China, pertencente à família Brassicaceae. Forma uma cabeça cilíndrica compacta de folhas verde-claras e enrugadas, sendo um dos vegetais mais cultivados no Leste Asiático. É valorizado pelo seu sabor suave e ligeiramente adocicado, com grande versatilidade na cozinha.
Orquídea Miltassia
Bratonia Charles M. Fitch
A Bratonia Charles M. Fitch é um popular híbrido intergenérico de orquídea, resultado do cruzamento entre Brassia verrucosa e Miltonia spectabilis. É admirada por suas flores grandes em formato de estrela que lembram aranhas, apresentando tons marcantes de lavanda e roxo com manchas verde-oliva ou marrons. A planta produz longas hastes arqueadas de flores que podem durar várias semanas, surgindo de pseudobulbos com folhas perenes em forma de fita.
Mil-cores
Breynia
Breynia e um genero de cerca de 35 arbustos perenes da familia Phyllanthaceae, nativo do sudeste asiatico, Australia e ilhas do Pacifico ocidental. A especie ornamental mais cultivada, Breynia disticha (mil-cores), e valorizada por suas pequenas folhas ovaladas salpicadas de branco, rosa e verde, num padrao mosqueado quase pintado a mao. Cultivada como planta de vaso, arbusto de jardim ou cerca-viva aparada em climas quentes, produz flores minusculas e discretas que raramente chamam atencao — a folhagem variegada e que faz todo o trabalho. Cresce rapido e emite muitos brotos basais, por isso a poda regular mantem o formato compacto e estimula folhas novas mais coloridas.
Mil-cores
Breynia disticha
A Breynia disticha, conhecida popularmente como Mil-cores ou Arbusto-de-neve, é um arbusto tropical perene originário das ilhas da Polinésia. Sua folhagem exuberante e multicolorida — com folhas ovais em tons de verde, branco-creme, rosa e bordô — é sua marca registrada. As pontas esbranquiçadas dos ramos evocam uma delicada camada de neve, daí o nome "arbusto-de-neve". Planta de crescimento rápido, pode alcançar entre 1 e 2 metros de altura em jardins tropicais e subtropicais, sendo amplamente usada como cerca-viva, bordadura ou elemento central em vasos decorativos. Suas pequenas flores verdes e discretas florescem no verão. Ideal para climas quentes e úmidos, exige luminosidade e umidade elevada para exibir todo o esplendor de suas cores.
Palmeira Havaiana
Brighamia insignis
A Brighamia insignis, conhecida como Palmeira Havaiana ou Palma Vulcão, é uma das plantas mais criticamente ameaçadas do mundo. Nativa dos penhascos rochosos de Kauaʻi e Niʻihau, no Havaí, esta suculenta extraordinária possui um tronco bolboso que afunila para cima, terminando numa roseta de folhas verdes e brilhantes. No outono, produz cachos de flores tubulares amarelas e perfumadas. Extinta na natureza, sobrevive apenas em cultivo.
Gravata
Bromelia antiacantha
A Bromelia antiacantha, popularmente conhecida como gravata ou caraguata, e uma bromelia terrestre nativa da Mata Atlantica e da restinga do sul e sudeste do Brasil, tambem ocorrendo no Uruguai. Forma toucas densas de ate 2 metros de altura, com folhas rigidas, longas (80-185 cm) e margeadas por espinhos escuros dispostos em roseta. Floresce no verao (dezembro a fevereiro), produzindo bracteas branco-cremosas e flores rosadas com bordas claras. Os frutos, que amadurecem entre fevereiro e junho, sao bagas triangulares e suculentas, de sabor acido e adocicado, tradicionalmente usadas na culinaria e na medicina popular para problemas respiratorios.
Coração-de-chama
Bromelia balansae
A Bromelia balansae, conhecida como Coração-de-chama, é uma bromélia terrestre de grande porte nativa do Brasil, Argentina, Bolívia, Colômbia e Paraguai. Com folhas longas e espinhosas em forma de roseta, esta planta impressiona pela sua transformação espetacular na época da floração: o centro da roseta torna-se vivamente vermelho-alaranjado antes de revelar flores magenta e brancas, criando o característico coração em chamas que lhe deu o nome popular. É uma planta robusta, resistente à seca e extremamente ornamental tanto em jardins quanto em vasos grandes.
Gravatá
Bromelia pinguin
Bromelia pinguin, conhecida popularmente como Gravatá, é uma bromélia terrestre perene e espinhosa nativa da América Central e do norte da América do Sul. Forma rosetas densas com folhas longas e robustas armadas com espinhos. Seus frutos amarelos intensamente ácidos são comestíveis e com um sabor singular. A planta propaga-se naturalmente através de corredores (estolões) acima e abaixo do solo, formando colônias densas em seu habitat natural. É extremamente rústica e adaptada a condições desafiadoras, sendo amplamente utilizada como cerca viva em sua região de origem.
Bromus
Bromus
O gênero Bromus compreende um grupo diversificado de gramíneas, conhecidas popularmente como bromos ou espiguilhas. Elas são amplamente distribuídas em regiões temperadas e são reconhecidas por suas inflorescências em panículas ramificadas e pendentes. Embora algumas espécies sejam consideradas ervas daninhas em plantações, muitas são valorizadas como forragem para gado ou como plantas ornamentais devido à sua textura delicada e movimento gracioso ao vento.
Ramón
Brosimum alicastrum
O Ramón (Brosimum alicastrum) é uma árvore tropical perene da família Moraceae, nativa da América Central, México, Caribe e norte da América do Sul. Pode atingir até 45 metros de altura com um tronco largo e copa densa. É uma das árvores mais importantes das florestas tropicais mesoamericanas, fornecendo alimento, madeira e benefícios ecológicos. As sementes são altamente nutritivas e foram um alimento básico para as civilizações maias.
Amoreira-do-papel
Broussonetia papyrifera
A amoreira-do-papel (Broussonetia papyrifera) é uma árvore caducifólia de crescimento rápido, nativa do leste asiático. Historicamente famosa pela produção de papel washi no Japão e tecido tapa no Pacífico, é uma árvore resistente que se adapta a solos pobres, seca e poluição urbana.
Brovália
Browallia americana
A Brovália (Browallia americana) é uma planta ornamental anual ou perene de curta duração, pertencente à família Solanaceae, originária da América tropical. Produz flores em forma de estrela nas cores azul, violeta e branca, com floração abundante na primavera e no verão. É uma excelente opção para vasos, bordaduras e jardins sombreados.
Cacto-candelabro
Browningia candelaris
Browningia candelaris é um cacto colunar de grande porte, endêmico das encostas áridas dos Andes no sul do Peru e norte do Chile, onde cresce entre 1600 e 3000 m acima do nível do mar no deserto do Atacama, uma das áreas mais secas do planeta. Os exemplares jovens formam um único tronco colunar, muito espinhoso, com espinhos retos e marrons de até 15 cm; com a idade, a parte superior do tronco desenvolve uma coroa de ramos finos, cilíndricos e quase sem espinhos, o que confere ao conjunto o característico aspecto de candelabro que lhe dá nome. Pode atingir entre 5 e 7 metros de altura, com um tronco de até 50 cm de diâmetro. Suas flores brancas e tubulares, de 8 a 12 cm, abrem-se à noite nos ramos superiores e duram apenas 24 horas, dando lugar a frutos carnudos e amarelos, comestíveis, de até 7 cm.
Trombeta-dos-anjos
Brugmansia
A Brugmansia é um arbusto ou pequena árvore tropical da família Solanaceae, originária das encostas andinas da América do Sul. É famosa por suas impressionantes flores em forma de trombeta pendente, que podem atingir até 50 cm de comprimento e exalam uma fragrância intensa, especialmente ao entardecer. Todas as partes da planta são altamente tóxicas devido aos alcaloides tropânicos (escopolamina, hiosciamina e atropina). Apesar da beleza singular, deve ser cultivada com cautela máxima, especialmente em ambientes com crianças e animais domésticos.
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