1158 Fáceis de Cuidar Intermediárias | Guia 2026 - Página 20
Encontre 1158 fáceis de cuidar de cuidado médio. Guia completo para seu jardim.
1158 Fáceis de Cuidar de nível médio
Mostrando 685-720 de 1158
Bromélia Espada de Fogo
Lutheria
Lutheria é um gênero de bromélias epifíticas nativas das florestas tropicais da Venezuela e de Trinidad. Conhecida principalmente pela sua dramática bráctea em forma de espada nas cores vermelho, laranja e amarelo, Lutheria splendens é a espécie mais cultivada como planta ornamental. Como epífita, cresce ancorada em árvores, absorvendo água e nutrientes pelo copo central e pelas escamas foliares.
Espada Flamejante
Lutheria splendens
A Espada Flamejante (Lutheria splendens) é uma bromélia tropical espetacular, nativa da Venezuela, Guianas e Trinidad e Tobago. Suas longas folhas com listras roxo-escuras e sua deslumbrante inflorescência vermelha em forma de espada a tornam uma das plantas ornamentais mais marcantes para interiores. Epífita por natureza, ela absorve água e nutrientes principalmente pelas folhas e pelo seu reservatório central.
Manacá-da-serra-azul
Lycianthes rantonnetii
O Manacá-da-serra-azul (Lycianthes rantonnetii) é um arbusto ornamental originário do Paraguai, Argentina e sul do Brasil, pertencente à família Solanaceae. Produz flores azul-violeta com centro amarelo durante quase o ano todo, sendo muito apreciado em jardins e varandas. Atenção: toda a planta é tóxica para humanos, gatos e cães.
Lírio-aranha-vermelho
Lycoris radiata
Lycoris radiata, conhecida como Lírio-aranha-vermelho, é uma planta perene bulbosa famosa por suas impressionantes flores vermelho-coral com longos estames encaracolados que lembram pernas de aranha. De forma única, as flores desabrocham no final do verão ou outono em caules nus, com as folhas em forma de fita aparecendo somente depois que as flores murcham. É um símbolo de despedidas finais e reencarnação em várias culturas do Leste Asiático.
Samambaia-trepadora
Lygodium venustum
Lygodium venustum, conhecida como samambaia-trepadora, é uma pteridófita trepadora originária da América Central e do Sul, especialmente abundante em florestas secas e áreas perturbadas do México à Paraguai. Suas frondes delicadas se enrolam em suportes com elegância natural, formando cortinas de folhagem verde-viva. É valorizada tanto como planta ornamental quanto por seu uso medicinal tradicional — raízes preparadas eram usadas como antiofídico em comunidades indígenas da Nicarágua.
Cogumelo-frango
Lyophyllum decastes
Lyophyllum decastes, conhecido como cogumelo-frango ou lívia-agrupada, é um cogumelo comestível que cresce em aglomerados densos. Possui um chapéu marrom-acinzentado e uma polpa flexível e cartilaginosa. É frequentemente encontrado em bordas de estradas, parques e florestas de folhosas, onde decompõe matéria orgânica no solo.
Lanterna-fétida
Lysurus mokusin
Lysurus mokusin é um fungo saprófito fascinante pertencente à família Phallaceae. Distingue-se pelo seu receptáculo ereto de cor avermelhada ou alaranjada, que termina em quatro a cinco 'braços' ou costelas que se unem na ponta, conferindo-lhe uma aparência de lanterna. Produz uma gleba viscosa e de odor fétido (semelhante a carne em decomposição) na parte superior para atrair moscas, que dispersam seus esporos. Embora não seja uma planta, aparece frequentemente em jardins com cobertura morta orgânica.
Orquídea-joia
Macodes petola
Macodes petola, conhecida como orquídea-joia, é uma orquídea terrestre nativa das florestas tropicais do Sudeste Asiático – de Java, Malásia, Sumatra, Bornéu, Filipinas e do arquipélago de Ryukyu. Ao contrário da maioria das orquídeas, ela não cresce epifiticamente em árvores, mas diretamente no solo úmido de florestas pantanosas sombrias e nas margens de rios. Suas folhas são verde-escuras a aveludadas, com uma rede proeminente de veias douradas e prateadas que lembram raios ou veias de metal precioso – daí seu apelido de “orquídea-joia”. As flores são pequenas, marrom-avermelhadas com um labelo branco, e aparecem raramente, geralmente no final do outono ou inverno; no entanto, o principal adorno da planta continua sendo o padrão de suas folhas, não as flores.
Samambaia-da-pedra
Macrothelypteris torresiana
A Macrothelypteris torresiana é uma samambaia de grande porte da família Thelypteridaceae, nativa das regiões tropicais e subtropicais da Ásia e da África (incluindo Madagascar e as Ilhas Maurício). Suas frondes bi a tripinadas, de textura suave e aspecto rendado, podem atingir cerca de 90 cm de comprimento, formando touceiras densas e vistosas. Reproduz-se por esporos liberados por soros protegidos por indúsios em formato de "C", além de se espalhar por rizomas rastejantes. Foi introduzida como planta ornamental em diversas partes das Américas e hoje é considerada espécie invasora em várias regiões, inclusive no Brasil (listada pelo Instituto Horus), onde coloniza matas ciliares, bordas de floresta e áreas úmidas e sombreadas.
Cica Australiana
Macrozamia
Macrozamia é um gênero de aproximadamente 41 espécies de cicas endêmicas da Austrália, pertencentes à antiga família Zamiaceae. Conhecidas como Cicas Australianas ou Zamias Australianas, estas plantas fósseis vivas habitam o continente australiano há mais de 200 milhões de anos — muito antes das plantas com flores aparecerem. Formam rosetas imponentes de frondes pinadas, verde-escuro e brilhantes, que emergem de um tronco robusto ou de um caule subterrâneo (cáudice). Todas as partes da planta são altamente tóxicas se ingeridas cruas, contendo cicasina e macrozamina — compostos hepatotóxicos e neurotóxicos potentes.
Magnolia-de-soulange
Magnolia × soulangeana
A Magnolia-de-soulange e uma arvore decidua hibrida, resultado do cruzamento entre Magnolia denudata e Magnolia liliiflora, criada na Franca por volta de 1820. E famosa por suas grandes flores em formato de taca, que surgem no inicio da primavera antes do brotamento das folhas, em tons de rosa, roxo e branco.
Magnólia-kobus
Magnolia kobus
A Magnólia-kobus (Magnolia kobus) é uma árvore decídua nativa do Japão e da Coreia, valorizada por suas flores brancas perfumadas em forma de cálice que surgem nos galhos ainda nus no início da primavera, antes do brotamento das folhas. Cresce em formato piramidal quando jovem, amadurecendo para uma copa ampla e arredondada de 8 a 12m de altura. Pode levar de 15 a 25 anos para atingir a floração plena, mas recompensa com um espetáculo anual impressionante.
Magnólia-roxa
Magnolia liliiflora
A Magnolia liliiflora, conhecida popularmente como Magnólia-roxa ou Magnólia-mulan, é um arbusto decíduo nativo do sudoeste da China (Sichuan e Yunnan). Cresce como um arbusto denso e multitroncado de até 4 metros de altura, produzindo grandes flores em forma de cálice, de rosa a roxo, com leve fragrância cítrica no início da primavera, antes de as folhas brotarem. É uma das espécies-mãe do popular híbrido Magnólia-de-soulange.
Magnólia-estrela
Magnolia stellata
A Magnólia-estrela (Magnolia stellata) é uma árvore/arbusto caducifólio de pequeno porte originário do Japão, famosa por suas flores estreladas brancas que desabrocham no início da primavera, antes mesmo do surgimento das folhas. É uma das primeiras plantas ornamentais a florescer na estação, criando um espetáculo deslumbrante de pétalas delicadas.
Magnólia-de-folha-doce
Magnolia virginiana
A magnólia-de-folha-doce é uma pequena árvore semiperenifólia a decídua, nativa de pântanos e florestas úmidas do leste dos Estados Unidos. Produz flores perfumadas, com aroma de limão, de cor branco-creme, do final da primavera ao verão, e folhas verde-escuras brilhantes com a face inferior prateada.
Mahônia
Mahonia bealei
A mahônia (Mahonia bealei, sin. Berberis bealei) é um arbusto perene de crescimento vertical rígido, nativo da China, valorizado por seus folíolos coriáceos e robustos que lembram o azevinho e por suas espigas de flores amarelo-limão perfumadas que abrem no inverno e início da primavera. As florações são seguidas no verão por bagas azul-escuras foscas, semelhantes a uvas. Outrora uma ornamental popular em jardins de sombra no Ocidente, ela escapou do cultivo e naturalizou-se em grande parte do sudeste dos Estados Unidos, onde agora é classificada como uma espécie invasora: tolera sombra profunda, espalha-se facilmente por sementes dispersas por pássaros e pode formar matagais densos que suprimem plantas nativas do sub-bosque. Jardineiros nessas regiões são geralmente aconselhados a evitar o seu plantio e escolher uma alternativa nativa.
Acerola
Malpighia emarginata
A aceroleira (Malpighia emarginata) é um arbusto ou pequena árvore tropical perene, originária das Antilhas e do norte da América do Sul. Amplamente cultivada pelo seu fruto vermelho riquíssimo em vitamina C — com cerca de 1.677 mg por 100 g —, a aceroleira produz cachos de frutos suculentos ao longo de grande parte do ano em climas quentes. Suas flores pequenas, de pétalas rosas ou lilás, decoram a planta várias vezes por ano, tornando-a igualmente ornamental.
Macieira
Malus
A Macieira (género Malus) é um grupo de árvores decíduas da família Rosaceae, nativas das regiões temperadas do hemisfério norte. Engloba tanto as macieiras cultivadas para fruta como as macieiras ornamentais (maçãs silvestres), sendo amplamente cultivadas em pomares, jardins e paisagismo urbano.
Macieira-do-Japão
Malus × floribunda
A Macieira-do-Japão (Malus × floribunda) é uma pequena árvore ornamental decídua da família Rosaceae, famosa por sua exuberante floração primaveril. Os botões, de um rosa intenso, abrem-se em flores brancas ou rosa-claro, cobrindo os ramos arqueados antes do surgimento das folhas. No outono produz pequenos frutos (pomos) amarelo-avermelhados, muito apreciados por pássaros.
Macieira
Malus domestica
A macieira (Malus domestica) é uma das árvores frutíferas mais cultivadas e apreciadas no mundo, pertencente à família Rosaceae. Originária das regiões montanhosas da Ásia Central, hoje é cultivada em climas temperados de todo o globo. Produz flores brancas com tons rosados na primavera e frutos comestíveis no outono, reconhecidos globalmente como maçãs. É uma árvore caducifólia de médio porte que pode atingir até 9 metros de altura em condições naturais, embora variedades enxertadas em porta-enxertos anões fiquem muito mais compactas.
Jasmim-do-Chile
Mandevilla
Mandevilla e um genero de trepadeiras tropicais da familia Apocynaceae, nativo da America Central e do Sul, conhecido por suas flores em formato de trombeta e folhagem brilhante e perene. Especies como Mandevilla sanderi sao muito cultivadas em jardins, treliças e vasos suspensos por sua floracao abundante do final da primavera ao outono.
Dipladênia-branca
Mandevilla boliviensis
A Dipladênia-branca (Mandevilla boliviensis) é uma trepadeira lenhosa perene da família Apocynaceae, nativa da Bolívia e do Equador. Produz flores brancas em formato de trombeta com garganta amarela vibrante, que aparecem quase o ano todo em climas quentes. É muito usada para cobrir treliças, pérgolas e cercas em jardins tropicais e subtropicais.
Jasmim-do-Chile
Mandevilla laxa
Mandevilla e um genero de trepadeiras tropicais da familia Apocynaceae, nativo da America Central e do Sul, conhecido por suas flores em formato de trombeta e folhagem brilhante e perene. Especies como Mandevilla sanderi sao muito cultivadas em jardins, treliças e vasos suspensos por sua floracao abundante do final da primavera ao outono.
Dipladênia
Mandevilla sanderi
A Mandevilla sanderi, popularmente conhecida como Dipladênia, é uma trepadeira tropical exuberante nativa do Brasil. Caracteriza-se por suas folhas verdes brilhantes e flores grandes em forma de trombeta, que vêm em tons vibrantes de rosa, vermelho e branco. É amplamente cultivada como planta ornamental devido à sua beleza e floração prolongada, sendo ideal para vasos, cestas suspensas e jardins.
Mandevilla
Mandevilla splendens
A Mandevilla splendens, popularmente vendida como Dipladênia, é uma trepadeira tropical perene da família Apocynaceae, nativa do sudeste do Brasil. Suas flores em forma de trombeta, num tom rosa-claro que se aprofunda com o tempo, florescem da primavera ao outono e atraem beija-flores. A seiva leitosa é levemente tóxica e pode irritar a pele e os olhos, por isso recomenda-se cautela ao podar.
Mangueira
Mangifera indica
A mangueira (Mangifera indica) é uma árvore frutífera tropical originária do sul da Ásia, especialmente da Índia, onde é cultivada há mais de 4.000 anos. Pertence à família Anacardiaceae e pode atingir até 30 metros de altura em condições ideais. É amplamente considerada o "Rei das Frutas" por sua importância cultural, econômica e gastronômica em todo o mundo tropical.
Sapoti
Manilkara zapota
O sapoti (Manilkara zapota) é uma árvore frutífera perene da família Sapotaceae, originária do sul do México, Yucatán e América Central. Em estado selvagem, pode ultrapassar os 30 m de altura, embora cultivado costume manter-se entre 9 e 15 m. Sua folhagem é densa e de cor verde-escuro brilhante, suas flores esbranquiçadas em forma de sino passam quase despercebidas, e seu fruto — de polpa doce e textura arenosa — é muito apreciado na gastronomia tropical. Historicamente, o látex de sua casca (chicle) foi a base da goma de mascar maia.
Maranta / Sacuanjoche (gênero)
Maranta
O gênero Maranta é composto por plantas tropicais da família Marantaceae, nativas das regiões tropicais da América Central e do Sul. Conhecido popularmente como planta-oração, o gênero inclui espécies como M. leuconeura, famosa por dobrar suas folhas ao entardecer em um gesto que lembra mãos em oração.
Araruta
Maranta arundinacea
A araruta (Maranta arundinacea) e uma erva perene rizomatosa tropical, nativa do Caribe, da America Central e do norte da America do Sul. Cultivada tanto como planta ornamental de folhagem quanto como cultura alimentar, seus rizomas subterraneos ricos em amido sao processados para produzir a fecula de araruta, um amido fino, de facil digestao e sem gluten, usado na culinaria. A planta forma toucas de folhas ovais, largas e verde-medio brilhantes, e produz pequenas flores brancas na primavera e no verao.
Maranta
Maranta leuconeura
A Maranta leuconeura é uma planta tropical nativa das florestas brasileiras, conhecida por suas folhas decorativas com padrões únicos de nervuras coloridas. Seu nome popular "Planta da Oração" vem do movimento nicotinástico das folhas, que se fecham à noite como mãos em oração e se abrem durante o dia para absorver luz.
Maranta-vermelha
Maranta leuconeura var. erythroneura
A Maranta-vermelha (Maranta leuconeura var. erythroneura) é uma das variedades mais admiradas da família Marantaceae, nativa das florestas tropicais do Brasil. Suas folhas ovaladas, de um verde profundo marcado por nervuras vermelho-vivo e um padrão característico em espinha de peixe, fazem dela uma verdadeira peça de decoração viva. O apelido "planta de oração" vem do movimento diário das folhas: elas se abrem durante o dia para captar luz e se fecham à noite, como mãos unidas em oração, um fenômeno chamado nictinastia.
Maranta Pata-de-Coelho
Maranta leuconeura var. kerchoveana
Uma perene tropical de folhagem persistente, nativa do solo das florestas do Brasil, valorizada por suas folhas ovaladas e aveludadas marcadas por manchas escuras que lembram pegadas de coelho ao longo da nervura central. Como todas as plantas-oracao, suas folhas se erguem e se fecham a noite e se abrem de novo durante o dia, um comportamento raro chamado nictinastia.
Marasmius oreades
Marasmius oreades
O Marasmius oreades, conhecido como cogumelo de fada, é um fungo basidiomiceto que cresce em gramados formando anéis circulares característicos. Possui um chapéu pequeno, de 2 a 5 cm, com coloração que varia do creme ao bronzeado pálido. É famoso por sua capacidade de dessecar completamente durante períodos secos e 'reviver' após a chuva, mantendo sua estrutura e capacidade de liberar esporos. É um cogumelo comestível de excelente qualidade, com sabor adocicado e aroma que lembra amêndoas.
Hepática
Marchantia polymorpha
A hepática (Marchantia polymorpha) é um briófito comum com um talo achatado em forma de fita que forma tapetes verdes densos em solos úmidos e ricos em nutrientes. É frequentemente a primeira planta a se estabelecer após incêndios ou perturbações no solo, sendo também utilizada como indicador de alta umidade e drenagem deficiente em viveiros e estufas. A espécie se reproduz tanto sexuadamente, através de esporos de órgãos reprodutores em forma de guarda-chuva (gametóforos), quanto assexuadamente, através de gêmulas formadas em estruturas semelhantes a taças na superfície superior do talo.
Condurangô
Marsdenia
Marsdenia é um gênero tropical de trepadeiras da família Apocynaceae, com cerca de 69 espécies distribuídas pela Ásia, África, Austrália e Américas. A espécie mais conhecida, M. cundurango (condurangô), é uma trepadeira lenhosa dos Andes usada há séculos na medicina tradicional. Produz flores tubulares perfumadas e folhas aveludadas em formato de coração.
Trevo-de-quatro-folhas-aquático
Marsilea mutica
A Marsilea mutica é uma samambaia aquática/palustre nativa da Austrália e Nova Caledônia, encontrada naturalmente em pântanos e águas rasas de água doce. Suas folhas lembram um trevo-de-quatro-folhas, com padrão variegado verde-amarelado e uma faixa arqueada marrom-avermelhada, podendo flutuar na superfície da água ou crescer emersas acima do substrato encharcado. É uma planta de crescimento rápido e vigoroso, muito usada em lagos, aquários e jardins aquáticos como forração.
Fáceis de Cuidar de Cuidado Médio
Nossa seleção de 1158 fáceis de cuidar de nível médio combina as características dessa categoria com necessidades de cuidado moderadas. Ideais para quem já tem experiência básica.
Por que Escolher Fáceis de Cuidar Médio?
Combinar a beleza das fáceis de cuidar com o nível de dificuldade médio permite que você aproveite essa categoria com um compromisso equilibrado de cuidados. Cada planta foi selecionada para oferecer as melhores características da categoria com o nível de cuidado que você procura.